A Crônica do dia seguinte

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Chove muito lá fora e aqui dentro faz sol!
O dia seguinte é sempre o dia seguinte. Acordamos e lembramos do dia anterior e podemos enxergar as coisas com outros olhos, os olhos de quem viu o trem passar , de quem escutou a banda tocar, de quem viu as folhas secas do outono; mas acorda no silêncio e vê que já é primavera!
Criando sempre um monstro dentro de nós, ou plantando uma centena de margaridas, independente de como foi o dia anterior, sempre haverá o dia seguinte. E o dia seguinte pode ser o desespero e a agonia de esperar o telefone tocar, ou pode ser a satisfação por estar acordando mais um dia, com uma perspectiva de que tudo na vida tem sua razão de ser e de existir.
O dia seguinte é o dia para agradecer pelo tempo bom, o tempo bom que fazemos acontecer dentro de nós! O dia seguinte é o dia de sermos mais nós e deixarmos para trás o que não nos trouxe satisfação no dia anterior. O dia seguinte é mais um dia, mas é sempre O DIA. O dia para aceitarmos que as coisas não podem ter sido como gostariamos ontem, mas que só depende de nós fazer do dia de hoje um dia de sol.
Mulheres tem a tipica mania de conhecer alguem, trocar telefones na noite e ficar esperando o telefone tocar no dia seguinte, e normalmente o que acontece: o telefone não toca no dia seguinte. E aí vem a frustração. Mas todas as coisas boas acontecem em nossa vida sem ficarmos sentadas esperando. As coisas boas não vem pelas linhas de telefone ou pelas antenas de celular, as coisas boas vem de dentro de nós.
O dia seguinte, é esse o dia.
O próprio nome ja diz , "seguinte", seguinte significa seguir a diante. Coloquem seus telefones dentro da uma caixa de sapato, e se tocar, finjam que não ouviram, se for do interesse, ele vai tocar de novo, e se não for, ótimo, quem disse que o dia seguinte precisava ser a continuação da noite anterior? Afinal, como eu já disse, o dia seguinte é sempre o dia seguinte.
A vida continua e o sol tá esperando por você!

Os paradoxos de Catherine Millet

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Nunca li nenhums dos livros escritos por Catherine Millet, o máximo que conheço a respeito dela se dá por algumas entrevistas que li e assisti.
Catherine é autora de dois livros, no primeiro : "A vida sexual de Catherine M.",a autora, através de uma auto biografia e auto análise da própria vida, fala a respeito da sua relação com o marido, onde, os mesmos possuem um "relacionamento aberto", se é que seria esse o termo correto, ambos tem uma vida sexual fora do casamento, com estranhos, isso de comum acordo, óbvio. As aventuras sexuais de Catherine M. fora do casamento são tratadas como algo natural, uma vez que ela entende como "natural" a necessidade do homem e da mulher de relacionarem-se sexualmente com mais de um parceiro.
Até aqui tudo bem, cada um com seus problemas, cada um com suas escolhas e esta tudo beleza! Mas, o que torna o assunto mais polêmico é o segundo livro da autora: "A outra vida de Catherine M." Após encontrar um correspondência de uma mulher endereçada a seu marido, Catherine entra em um estado descontrolado de Ciúmes, que nem ela entende, eis que sempre foi defensora de gestos e atitudes que não envolvessem ciúmes em um relacionamento. Entretanto, depois de ver as fotos daquela mulher, mais jovem do que ela, ela viu que também era uma pessoa com o dito do ciume.
Bom, o primeiro ponto que acho importante visulmbrar, trata da questão da liberdade sexual entre casais, eu, sinceramente, não sou adepta desse conceito, muito menos defensora, não acredito que o homem seja um ser incontrolável a ponto de ter várias mulheres, até porque a vida em sociedade (e não mais nas cavernas) trouxe ao homem a possibilidade de escolhas, e um relacionamento nada mais é que um escolha. Penso nesse sentido, e acho que no fundo a grande maioria das pessoas pensa assim também.
Já no que diz respeito ao ciumes, é interessante analisar pela própria vida de Catherine M. , uma mulher decidida, com um casamento bom, com a filosofia de liberdade sexual adotada por ela e pelo marido, que vê a simples foto de uma mulher mais nova e fica louca de ciumes. As mulheres são seres ciumentos por natureza, não adianta querer mudar isso.
A questão do ciumes é algo inevitável, de fato, o que se deve ver é até que ponto isso é saúdavel e quando se torna uma doença. Uma mulher que sente aquele ciuminho, até é bonitinho, porque mostra que gosta da pessoa e quer ela por perto. Já aquelas doidas possuidas pelo satã do ciume, é uma coisa assustadora, além de que, esse tipo de atitude pode destruir qualquer relacionamento.
De qualquer maneira o que eu quero dizer com tudo isso é: ciumes todo mundo tem, e quem não tem é porque ainda não percebeu, que foi o caso de Catherine, mas o ciumes é bom, para percebermos que gostamos da pessoa e sempre temos aquele medinho de ficar longe, o que não é bom é querer amarrar o namorado/marido no pé da cama e achar que esta salvando as vizinhas do garanhão e salvando assim o próprio relacionamento.

Conhecendo a vida com a novela

Ontem, fiz uma coisa que não costumo fazer com muita frequencia, parar para assistir a novela. Normalmente meus horários acabam não batendo com os horários de novelas, assim não assisto muitas tramas, até porque não gosto de começar algo sem poder terminar, acompanho a noticiais mais pelos sites do que pela televisão; e as novelas também.
Assisto alguns capitulos da novela quando sobra um tempo, mas normalmente deixo a televisão ligada e fico lendo um livro ao mesmo tempo, e acabo nem prestando muita atenção no que se passa na trama. Mas ontem, uma coisa curiosa aconteceu, eu estava lendo meu livro da Martha Medeiros (Montanha Russa), e minha atenção foi interrompida por uma frase dita por uma personagem da novela. Não sei o nome da atriz e nem o nome da personagem, mas no momento nem é isso que vem ao caso, o que vem ao caso é a frase dita por ela, que acabaou interrompendo minha leitura e me fazendo parar para meditar um pouco.
Ela disse mais ou menos o seguinte: " Porque a vida tem que ser assim?! Não aprendemos com a felicidade, precisamos do sofrimento para aprender"
Essa frase me tocou de uma maneira que perdi o sono, de tanto que pensei no assunto.
Baseamos nossa vida na busca pela felicidade, estamos sempre fazendo coisas que nos levam a ser felizes e esquecemos sempre de pensar na nossa vida nos momentos em que estamos felizes. Normalmente, os melhores momentos para pararmos e meditarmos a respeito das coisas é quando estamos tristes , infelizes, chateados, magoados, amargurados. E agora me pergunto: Porque somos assim?
Será que se pensassemos na vida justamente nos momentos de felicidade não teriamos mais chances de prolongar os momentos felizes e evitar o sofrimento? Será que estar feliz não é o momento ideal para se parar para pensar?
Sei que a felicidade é feita de momentos, nunca somos felizes 100% do tempo, da mesma forma como a tristeza é feita de momentos, e também não somos tristes 100% tempo, mas só paramos para pensar na vida nos momentos ruins, e nunca nos momentos bons! Nos momentos bons está tudo bem, e pra que pensar na vida quando esta tudo bem? Porque pensar em melhorar se naquele momento está tudo bem? Sabem porque? Porque a unica forma de prolongarmos os momentos bons e evitarmos o sofrimento é pensarmos na vida exatamente quando ela faz de nós pessoas felizes.
Aprender com o sofrimento gera cicatrizes, que muitas vezes nem o tempo vai apagar. Aprender a pensar a vida nos momentos ruins nos leva a pensamentos que não viriam à nossa mente se estivessemos passando por algo bom. Podemos até mesmo esquecer das coisas boas da vida simplesmente por estarmos passando por um momento ruim!
Se você esta triste agora, pense em buscar por momentos bons, você sabe melhor do que ninguém o que lhe faz bem! E se você esta feliz, ótimo, seja feliz, mas não esqueça de colocar a sua vida no divã e conversar um pouco com ela! Essa é a melhor hora para vocês colocarem o papo em dia!

PRIORIDADES

terça-feira, 17 de novembro de 2009

PRIORIDADES/1
Andando pelos corredores de um supermercado; assim podemos metaforizar a vida. A vida resume-se em andarmos pelos corredores de um supermercado, as prateleiras são os alicerces de nossas vontades e os produtos ali expostos são nossas escolhas.
Quando estamos em um hipermercado é muito mais complicado decidir o que vamos levar, sempre o supérfulo nos atrai, e às vezes saimos do estacionamento e lembramos ter esquecido do básico: o pão e o leite!
A vida é assim, quanto maiores as possibilidades de escolhas, menos pensamos em quais são as nossas prioridades!
Uma vida cheia de possibilidades ( ou um hipermercado) acabam atordoando as nossas idéias e atrapalhando as nossas escolhas; já uma vida mais simplista (ou o mercadinho do Zé) nos torna pessoas mais objetivas, mais concisas e querendo ou não pessoas que fazem as escolhas certas e ganham tempo e mais vida com isso.
Basta pensar que a sua vida é feita de escolhas. Sempre achamos que aquele catchup importado do México deve ser o máximo, entretanto, o catchup fica na geladeira estragando e você deixou de escolher coias mais úteis pelo simples impulso e curiosidade. Parece meio idiota fazer essa comparação, mas se pararmos para pensar e relacionar com nossas vidas veremos que de fato escolhas erradas podem ficar estragando na geladeira e empatando nossa vida!
Pare em frente a prateleira, observe bem as possibilidades, antes de chegar no caixa continue pensando se realmente aquele gesto é necessário e se assim o for, faça, mas não esqueça que ao chegar no estacionamento você já vai estar no fim da linha, depois de passar o cartão não adianta mais arrepender-se.
Não deixe de fazer escolhas, elas fazem parte da sua vida, e é bom viver de escolhas, mas pense sempre no que é prioridade, porque prioridades não devem ser deixadas de lado; uma prioridade deixada de lado pode causar frustração, e não adianta frustrar-se quando é tarde demais.
Prioridades e Escolhas.
Faça sua lista de compras e vá ao supermercado sabendo o que comprar, chegue na vida sabendo o que quer e saiba sempre definir suas prioridades, porque das suas escolhas depende a sua felicidade e das compras no super, depende o seu jantar.
PRIORIDADES/2
Ele tinha um mundo de possibilidades
Vários produtos à sua escolha
mas lhe faltava a lista
A lista era crucial
Como chegar no super sem a lista?
Ele perdeu as contas
Comprou demais, mas esqueceu das prioridades
Perdeu espaço na geladeira
A dispensa estava cheia
Mas mesmo com um mar de escolhas feitas
O seu estômago ainda estava vazio
Passava das 22:00hs
E ele perdeu o jantar
Tinha fome, tinha sede
Mas era tarde demais
A ida ao supermercado
Era a escolha das prioridades
E já estava tarde demais para pensar nisso
Ele ia dormir de barriga e alma vazia
Ainda bem que o supermercado abre no dia seguinte
Porque as escolhas em nossas vidas
Podem durar o breve espaço da decisão
Podem durar o tempo necessário para chegarmos até o caixa
E as escolhas deixadas para trás
Podem nunca mais ficar expostas no balcão
ps.: ainda mais quando for dia de promoção!

Lya Luft

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Quero chegar à maturidade e à força de Lya Luft um dia. Quem conhece e lê Lya Luft, com certeza sai do mundo mais maduro e certo das perdas e ganhos que a vida nos traz, selecionei alguns trechos de textos escritos por ela e que considero verdadeiras orações, orações a respeito da vida, do mundo, das pessoas e principalmente orações a respeito do ser humano.


Leiam Lya, e saiam dessa leitura como pessoas melhores.

"A vida não tece apenas uma teia de perdas, mas nos proporciona uma sucessão de ganhos."

"O equilibrio da balança depende muito do que soubermos e quisermos enxergar."

" A vida é maravilhosa, mesmo quando dolorida. Eu gostaria que na correria da época atual a gente pudesse se permitir, criar, uma pequena ilha de contemplação, de onde se pudesse ver melhor todas as coisas: com mais generosidade, mais otimismo, mais respeito, mais silêncio, mais prazer. Mais senso da própria dignidade, não importando idade, dinheiro, cor, posição, crença. Não importando nada."

"Sou construção e desmoronamento"

"que o outro nao me considere sempre disponivel"

"apesar de minhas fragilidades, avanço"

"pois viver deveria ser - até o último momento e derradeiro olhar- transformar-se"

"Estou cansada. Vazia. desgastada, o coração desgasta de sofrer, sei disso"

"A dor eventual é o preço da vida:
passagem, seguro, pedágio."


O Grito - Martha Medeiros

"Não sei o que está acontecendo comigo, diz a paciente para o psiquiatra.
Ela sabe.
Nõ sei se gosto mesmo da minha namorada, diz um amigo para o outro.
Ele sabe.
Não sei se quero continuar com a vida que tenho, pensamos em silêncio.
Sabemos, sim.
Sabemos tudo o que sentimos poque algo dentro de nós grita. Tentamos abafar esse grito com conversas tolas, elucubrações, esoterismo, leitura dinâmica, namoros virtuais, mas não importa o método que iremos utilizar para procurar uma verdade que se encaixe nos nossos planos: será infrutífero. A verdade já está dentro, a verdade impõe-se, fala mais alto que nós, ela grita.
Sabemos se amamos ou não alguém, mesmo que esteja escrito que é um amor que não serve, que nos rejeita, um amor que não vai resultar em nada. Costumamos desviar este amor para outro amor, um amor aceitável, fácil, sereno. Podemos dar todas as provas ao mundo de que não amamos uma pessoa e amamos outra, mas sabemos, lá dentro, quem é que está no controle.
A verdade grita. Provoca febres, salta aos olhos, desenvolve úlceras. Nosso corpo é a casa da verdade, lá de dentro vêm todas informações que passarão por uma triagem particular: algumas verdades a gente deixa sair, outras a gente aprisiona. Mas a verdade é só uma: ninguém tem duvida sobre si mesmo.
Podemos passar anos nos dedicando a um emprego sabendo que ele não nos trará recompensa emocional. Podemos conviver com uma pessoa mesmo sabendo que ela não merece confiança. Fazemos essas coisas por serem mais sensatas ou práticas, mas nem sempre elas estão de acordo com os gritos de dentro, aquelas vozes que dizem: vá por este caminho, se preferir, mas você nasceu para o caminho oposto. Até mesmo a felicidade, tão propagada, pode ser uma opção contrária ao que intimamente desejamos. Você cumpre o ritual todinho, faz tudo como o esperado e é feliz, puxa, como é feliz. E o grito lá dentro: mas você não queria ser feliz, queria viver!
Eu não sei se teria coragem de jogar tudo para o alto.
Sabe.
Eu não sei por que sou assim,
Sabe."

Eduardo Galeano

domingo, 15 de novembro de 2009

" (...) Quando é verdadeira, quando nasce da necessidade de dizer, a voz humana não encontra quem a detenha. Se lhe negam a boca, ela fala pelas mãos, ou pelos olhos, ou pelos poros, ou por onde for. Porque todos, todos, temos algo a dizer aos outros, alguma coisa, alguma palavra que merece ser celebrada ou perdoada pelos demais." Eduardo Galleano, o Livro dos Abraços, Celebração da voz Humana/2.

" Várias vezes erguemos taças de bom vinho, e um vento salgado golpeava nossas caras (...), aquela puta dor enorme, e foi também uma cerimônia de celebração da vida, bela e êfemera como os altares de flores e os amores passageiros." Eduardo Galleano, o Livro dos Abraços, Neruda/1.

POSSIBILIDADES X EXPECTATIVAS

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Aposto que poucas pessoas pararam alguma vez para diferenciar possibilidades de expectativas.
Expectativas são aqueles planos que criamos e acreditamos fielmente que se concretizarão. Temos tanta certeza de certas coisas que baseamos nossa vida fundados em expectativas. Expectativa de casar-se, de comprar uma casa na praia, de ter uma vida financeiramente boa! As expectativas são certezas que, mesmo sendo incertezas, acreditamos que de fato irão acontecer.
Já as possibilidades, por sua vez, são expectativas mais realistas, são sementinhas que precisamos cuidar e regar para que se transformem em realidade. Valer-se de uma possibilidade é imaginar que poderemos nos casar com fulano de tal, que poderemos ter uma casa na praia e que, quem sabe, poderemos ter uma boa grana para pelo menos viver bem. É ter o desejo de concretizar um sonho, mas ter a cabeça no lugar para saber que tudo trata-se apenas de possibilidades, mas jamais, de verdades absolutas.
Mas afinal , onde nos leva entender a diferença entre expectativas e possibilidades? Nossa! Essa é a constatação auge que eu cheguei na minha vida . E é por isso que vale a pena compartilhar o aprendizado.
Quando criamos expectativas esquecemos da realidade e das nossas fraquezas diante do destino, e do rumo que a vida pode tomar. Quando criamos expectativas nos frustramos e, ao ver que aquelas expectativas não vão se tornar realidade, caimos de cara com o chão e quebramos os dentes, ficamos com o olho roxo e com o coração em pedaços.
Em contrapartida, quando pensamos em nossos sonhos como possibilidades, constatamos que o futuro não é uma verdade absoluta e que certas coisas não dependem exclusivamente de nós. Possibilidades são verdades a serem moldadas por nós mesmos mas também pelos que nos cercam, além de depender do destino. Criar possibilidades acerca das coisas é saber que são apenas possibilidades e que ninguem pode ter a certeza absoluta que elas se tornarão concretas.
A distinção entre as duas faz uma diferença imensurável. Isso porque expectativas não concretizadas frustram as pessoas, enquanto possibilidades inacabadas confortam nossa tristeza, nos tornando pessoas com mais sonhos e menos decepções.
Não criem expectativas, pensem em seus sonhos como possibilidades. Possibilidades essas que poderão concretizar-se, ou não. E independentemente de um ou outro sempre aceitaremos com mais maturidade e muitoo menos decepção.
Essa história de ficar criando expectativas é uma furada! O mundo gira em torno, tão somente de possibilidades. Ahh e como o mundo gira!

HAIKAI

sexta-feira, 6 de novembro de 2009


como lidar com alguém...

Começando o final de semana nublado e super abafado. Não sei se isso é bom ou ruim, mas independente do estado emocional do ser, vai continuar assim mesmo. Se chove refresca, se não chove fica abafado! ô vida.
Meu post tá parecendo inicio de conversa de quem ta puxando papo com desconhecido na parada de ônibus, sair falando do tempo, é, efetivamente tenho que admitir que ultimamente ando meio assim, sem assuntos novos e interessantes, deve ser o tempo! Hahahahahaaha
Escrevi varias coisas bacanas no meu caderninho, mas estou tão empolgada que não me motivo sequer a levantar da cadeira e pegar o caderno que está a 2 segundos de distância de mim! ô vidinha, deve ser o tempo! Hahahahaha²
Estou inspirada hoje, para falar unica e exclusivamente a respeito de uma coisa (além do tempo), e essa coisa é a forma como lidamos com as pessoas. Isso aí, a forma como tratamos os outros e a forma como no minimo esperamos ser tratados. Sei que esse assunto é meio melancólico para uma sexta feira, mas, infelizmente, é o único assunto que me vem em mente no momento.
Sempre fui adepta da seguinte concepção: "trate aos outros como gostaria de ser tratada", e essa é uma máxima hiper famosa, mas que, entretanto, na prática caros amigos, não funciona. Você acha que tratando as pessoas bem , elas vão lhe tratar no mesmo nivel, ou as vezes, ainda temos a ingênua idéia de que elas vão lhe tratar melhor ainda. E viva a nossa imaturidade social!
Percebo que na prática, a teoria é ao avesso e a frase deveria ser "trate aos outros como não gostaria de ser tratado", ai sim, as coisas fluiriam muito bem. Trate as pessoas como idiotas e elas se sentiram idiotas e te tratarão bem! Hahahahahahaha
A teoria é furada, mas parece que tem gente com os sentimentos tão ao contrário, que o único jeito, é usar da psicologia reversa. Fazer enxergar a nós como somos, mostrando o que somos aos contrário.
Isso é meio doido, mas tenho certeza que para muita gente funcionou, e continua funcionando, e para alguns, um dia vai funcionar. Para mim ainda não, mas preciso aprender a sentir as coisas ao contrário, quando esse dia chegar, as coisas vão começar a acontecer como eu quero.!
Um final de semana péssimo a todos (calma gente , é só a teoria do agir ao contrário)
hahahahahahahhahaha